outubro 2026
data estelar – 06outubro2026
Numa entrevista conduzida por Daniel Oliveira no podcast “Perguntar Não Ofende”, Adolfo Mesquita Nunes reflete sobre os desafios que a inteligência artificial e os algoritmos colocam à democracia, à liberdade individual e ao pensamento crítico.
Facilidade e rapidez são ótimas, mas a coerência é o que constrói marcas fortes e duradouras.
Não é a IA que faz isso.
É um HUMANO!
Há uns tempos encontrei este site maravilhoso:
Diz na home page:
“This is an Adventure
We explore the unique, the symmetrical, the atypical, the distinctive design and amazing architecture that inspires us all.”
Para quen gosta dos filmes de Wes Anderson e da sua plástica tão marcante.
Eu acho que vale a pena navegar e perdermo-nos por uns momentos neste site. Para hoje, trago Singapura.
Não é publicidade. Não me pagam para falar destas mini-colunas.
Gosto do design. Ainda não as experimentei. Podem ter um bom som, ou um mau som. Não sei. Mas gosto do design.
Quando eu trabalhava em agências de publicidade, houve uma época em que era moda as agências dizerem que todos na agência eram importantes, até a senhora dos cafés. Tudo bem. Até havia grupos criativos que pediam mesmo opinião à senhora dos cafés. Porque, possivelmente numa ou outra campanha, seria target.
Já outra coisa, é a quantidade de gente que opina sobre uma ideia criativa.
Frederico Pombares numa declaração feita no podcast Last Meal episódio 08, disse que o que mais o frustrava no ambiente corporativo publicitário era o facto de uma ideia criativa ter de passar por aprovações infindáveis.
Criticava o facto de diretores de conta, clientes e múltiplos departamentos darem constantemente opiniões e alterarem o conceito original, o que acabava por “esvaziar” o impacto e a graça da ideia inicial antes de ela chegar ao público.
Há muitos anos achava graça ao conceito de grupo e tudo ao molho a dar opiniões e coiso e tal… há muito tempo que não acho.
Agora, gosto mesmo de ter uma ideia, ir vendê-la ao cliente e ter retorno direto. Que nem sempre é…. há donos de empresas que pedem opinião aos parceiros…